Perdidos na capital

Winter it’s coming, but the sun doesn’t lose its shine

O fim-de-semana é prolongado, os dias são frios, mas enquanto os tímidos raios de sol nos aquecerem continuamos com motivos para explorar Lisboa. Confessos apreciadores da tranquilidade que o Ribatejo nos oferece por vezes sentimos necessidade de nos perder pela capital e deixarmo-nos levar pela agitação cosmopolita.

Para nós portugueses, todos os caminhos vão dar a Lisboa mas nem sempre lhe é atribuído o valor merecido. Adorada pelos turistas estrangeiros a verdade é que alguns portugueses preferem turistar fora do nosso país sem previamente se deixarem encantar pela nossa capital.

Maioritariamente Lisboa torna-se um local de visitas obrigatórias e normalmente de caracter negativo, ou seja, por trabalho, compras natalícias, visitas hospitalares ou problemas burocráticos. Mas Lisboa é muito mais para além de um aglomerado de serviços, é um local de cultura, de história e de VIDA.

Apaixonados pelo património arquitetónico e histórico desenhamos estes 3 dias em consonância com as entradas gratuitas aos domingos e feriados que a Direção Geral do Património Cultural disponibiliza. Assim, iniciamos a nossa saga de visitas pelo Panteão Nacional, que depois da polémica em volta do jantar do Websummit despontou o nosso interesse. Além da importância histórica do local, também é possível admirar a paisagem sobre Lisboa, no fim de subir alguns (muitos) degraus.

Capital lisboeta: Vista Panteão

Vista sobre Lisboa

Capital lisboeta: Panteão

Panteão Nacional

Capital lisboeta: Cúpula Panteão

Cúpula do Panteão Nacional

De seguida decidimos visitar a região de Belém, com visita à Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos. A beleza arquitetónica destes monumentos coexiste com a beleza natural que o rio Tejo proporciona. Iniciamos o segundo dia pelo jardim da Fundação Calouste Gulbenkian, um dos pulmões da cidade, onde aproveitamos para fazer um piquenique que nos desse força para o longo percurso da tarde que se avizinhava.

A parte da tarde foi dedicada à Baixa Pombalina, zona onde se sente o frenesim citadino a cada esquina, a Baixa é contagiante e cada rua e ruela escondem algo apaixonante. O contraste entre o novo e o velho vê-se a cada instante, demonstrando que o aparente estado degradado e sujo de algumas moradias é transformado em arte moderna e conceitos atuais. Na nossa rota é de realçar os imensos miradouros debruçados pela cidade que permitem uma visão clara da cidade sempre com o Tejo no horizonte.

Capital lisboeta: Fundação Gulbenkian

Jardins da Fundação Gulbenkian

Capital lisboeta: ruas

Ruas de Lisboa

Capital lisboeta: Torre de Belém

Torre de Belém

Lisboa devido à sua morfologia geográfica acidentada consegue oferecer imensos miradouros que permitem visualizar a cidade em toda a sua amplitude. Nestas mini férias fomos a alguns miradouros que já tínhamos visitado anteriormente e gostamos sempre de voltar, mas desta vez visitamos também o Panorâmico de Monsanto onde nunca tínhamos ido. A verdade é que ficamos espantados, o local apesar de vandalizado e com aspeto de abandono proporciona uma vista lindíssima onde conseguimos ver Lisboa praticamente toda. Como se encontra distante dos locais mais movimentados, na altura da nossa visita contava com poucas pessoas permitindo-nos contemplar a cidade com uma maior tranquilidade.

Capital lisboeta: Edifício Miradouro Monsanto

Miradouro Panorâmico de Monsanto

Capital lisboeta: Miradouro Monsanto

Vista do Miradouro Panorâmico de Monsanto

Capital lisboeta: Escadaria Miradouro Monsanto

Escadarias do Miradouro Panorâmico de Monsanto

Assim foram as nossas mini férias e contamos voltar em breve!

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